Bonhoeffer: A Fé que desafiou a Igreja

Dietrich Bonhoeffer foi um pastor luterano, que viveu na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Ele passou por um questionamento muito sério quando sua Igreja não se opôs ao nazismo. Para ele, a passividade das religiões cristãs diante do que estava acontecendo na Europa na década de 30, levaria a uma inevitável conivência com o mal.

A relevância histórica e espiritual de Dietrich Bonhoeffer foi tamanha que sua vida e pensamento ultrapassaram os limites da teologia e chegaram ao cinema. Sua trajetória de fé, coragem e resistência inspirou produções como Bonhoeffer – Die letzte Stufe (2000), também conhecido como Bonhoeffer: Agente de Graça, e o recente Bonhoeffer: Pastor. Spy. Assassin. (2024), ambos retratando sua luta contra o regime nazista e sua fidelidade a Cristo até a morte. Essas obras revelam como sua figura se tornou símbolo universal da consciência cristã diante da tirania, mostrando que a verdadeira fé não se curva ao poder, mas se mantém firme na defesa da dignidade humana e da verdade. https://www.primevideo.com/-/pt/detail/A-Reden%C3%A7%C3%A3o-A-Hist%C3%B3ria-Real-de-Bonhoeffer/0HSZXLBEXHYXS8YZL03V800I3Q

Bonhoeffer, diferentemente de outros religiosos de sua época, nunca assumiu qualquer tolerância com o regime proposto por Adolf Hitler. Isso fez com que, num primeiro momento, se manifestasse abertamente contra o regime e, depois, contra a própria religião institucional, que buscava preservar laços com o poder político para continuar existindo e não ser ameaçada. Afinal, tudo e todos que se colocavam contra o regime eram duramente punidos.

Por maior que fosse seu apego à instituição eclesiástica, Bonhoeffer compreendia que o amor cristão é o reconhecimento da autonomia e do valor do outro como criação divina. Ele Lembrava que Jesus Cristo nasceu como um judeu neste mundo, e um cristão não pode perseguir um judeu. A Igreja como uma comunidade de irmãos que pregava o Cristo da Cruz, o colocava inevitavelmente em contradição com o regime totalitário que se consolidava na Alemanha nazista.

O afastamento de Bonhoeffer da Igreja institucional foi inevitável. As posições assumidas por grande parte das lideranças eclesiásticas tornaram-se cada vez mais indefensáveis. Havia um silêncio comprometedor da igreja. Bonhoeffer, sem alternativas além da passividade sugerida pelos clérigos, buscou resgatar que o conceito de Igreja vai além de uma instituição. O escritor alemão se opunha a censura da reflexão religiosa em benefício da hierarquia eclesiástica, ou do poder político. A Igreja deveria ser uma comunidade unida pelo amor cristão, permitindo o desenvolvimento espiritual e a comunhão entre seus membros, sem privilegiar um corpo eclesiástico.

Bonhoeffer via no ser humano um ser no mundo, e isso revelava, em primeiro lugar, que o homem não está sozinho, mas rodeado de pessoas com visões diferentes das suas. No entanto, o homem moderno transformou Deus em um objeto religioso. O Ser Superior foi transformado em uma criação humana, propriedade e projeção de si mesmo. Essa dicotomia entre criatura e Criador levava, segundo Bonhoeffer, ao niilismo moderno que só aumenta as fileiras do secularismo.

Para Bonhoeffer, Jesus Cristo sempre foi, ao mesmo tempo, plenamente divino e plenamente humano, jamais reduzido a um simples projeto ético ou religioso. Cristo não se situava nas fronteiras da existência, mas no seu próprio centro. O equívoco fundamental da teologia liberal, com a qual Bonhoeffer dialogava, mas da qual também se distanciava, estava em pressupor que a figura de Jesus dependesse de uma comprovação histórica. Para o teólogo, a fé cristã não poderia fundamentar-se na reconstrução histórica da vida de Jesus de Nazaré, mas basear-se apenas na fé.

Ele afirmava que Cristo não é o portador de uma nova religião, mas o portador do mesmo Deus. Com o passar do tempo, Bonhoeffer adotou uma postura cada vez mais crítica em relação à Igreja institucional, decepcionado com seu apoio ao nazismo. Para ele, o corpo de Cristo não se reduz a um grupo de fiéis que frequentam cultos e participam de sacramentos: sua manifestação se estende a todos aqueles que seguem Jesus no mundo, participando de seu sofrimento e se solidarizando com os perseguidos e oprimidos.

Em 1933, Hitler ascende ao cargo de chanceler. Inicia-se, então, o boicote aos negócios judeus, a perseguição política e a supressão de liberdades civis. Diante desse cenário, e da adaptação da igreja na Alemanha, Bonhoeffer declarou: “O caminho da Igreja se apresenta tão obscuro como poucas vezes antes”. Em carta, antevendo o que aconteceria, afirmou: “Está cada vez mais claro para mim que uma Igreja nacional de caráter racista nos aguarda. Ela não suportará o cristianismo em sua essência. Teremos que trilhar caminhos completamente novos diante da realidade que inevitavelmente se apresentará.”

Para fugir do regime opressor, Bonhoeffer foi nomeado diretor de um seminário clandestino no interior da Alemanha, responsável por formar pastores da Igreja Confessante, em resistência às posições nazistas. Nessa época, ele escreveu uma série de estudos sobre o Sermão do Monte, o que levou a um enfoque mais cristocêntrico de sua obra.

O que mais o entristecia era o ocultamento da realidade pela Igreja, que fechava os olhos e tornava-se conivente com políticas estatais contrárias aos princípios cristãos. Em determinado momento, Bonhoeffer confessou estar convencido de que o cristianismo, tal como interpretado no Ocidente, havia se esvaziado de sentido. Bonhoeffer via o ódio e a maldade do mundo como tentações que podiam afastar o cristão do verdadeiro amor.

Sua obra pode ser considerada uma reflexão teológica marcada por uma crise ética e espiritual, fortemente centrada na cristologia. A teologia de Bonhoeffer se desenvolve em oposição ao discurso e à prática do nazismo, mesmo quando a igreja consentia, e por isso tornou-se referência nas discussões sobre o chamado “cristianismo a-religioso”. Bonhoeffer nunca abandonou a Cristo, mas quanto mais ele se aproximava do autor do cristianismo, mais se afastava da igreja que se tornava passiva e, até certo ponto, conivente.

Bonhoeffer antecipou reflexões sobre a relação entre fé, secularização e presença de Deus no mundo. Para ele, a religião institucional, voltada à autopreservação, havia perdido sua vitalidade espiritual. O cristianismo a-religioso não negava a existência de Deus, mas questionava as estruturas eclesiásticas que, em nome de Deus, o haviam afastado do mundo.

Bonhoeffer propôs uma interpretação “não religiosa” dos conceitos bíblicos, voltada a compreender o cristianismo em uma sociedade secularizada. Essa interpretação não buscava abolir a fé nem a Igreja, mas reconduzi-las ao seu sentido original — o testemunho de Cristo no mundo real e humano. Ele afirmava que a religião, em sua forma institucionalizada, tornara-se uma tentativa humana de preservar um espaço para Deus em um mundo que o havia abandonado. Contudo, assim como a circuncisão se tornara supérflua após a revelação de Cristo, a religião formal também se tornara desnecessária para a justificação do ser humano diante de Deus.

Para Bonhoeffer, a Igreja deveria se manifestar concretamente no mundo a-religioso, não por meio de dogmas ou ritos, mas através da vivência do amor e do serviço. A interpretação não religiosa da fé cristã buscava traduzir a mensagem bíblica em uma linguagem compreensível ao homem moderno, despida de excessos metafísicos e formalismos institucionais.

Em 1939, Bonhoeffer tomou uma decisão radical: ingressou no serviço de contraespionagem alemão, participando da resistência política ao nazismo. Esse passo determinou o rumo de sua teologia, passando a defender explicitamente a luta da Igreja contra o regime totalitário. O escritor opôs-se à teologia que priorizava o sucesso mundano em detrimento da mensagem da cruz e do sofrimento redentor de Cristo.

Bonhoeffer acaba preso diante da tentativa frustrada de eliminar Hitler. Em suas cartas da prisão, afirma que falar de Deus às pessoas exige reconhecê-las em sua força, liberdade e humanidade — e não reduzi-las à fraqueza e à miséria. Caso contrário, Deus torna-se um “Deus-tapa-buracos”, usado apenas para preencher as lacunas da vida. Para ele, a única forma de crer em um mundo que expulsou Deus é participar do sofrimento de Deus no e pelo mundo, conforme revelado em Cristo.

Sua teologia o levou a arriscar a própria vida, participando do plano de resistência que visava eliminar Hitler. Para Bonhoeffer, o verdadeiro cristão é aquele disposto a assumir a responsabilidade pelo próximo, mesmo que isso custe a própria existência.

A proposta de um cristianismo a-religioso, portanto, não implicava a negação da fé, mas a reconstrução da presença cristã no mundo secular. Bonhoeffer via com lucidez os perigos de uma religiosidade alienada, transformada em produto de consumo ou instrumento de poder. Denunciava a indiferença dos cristãos diante da injustiça e da crueldade humana. Para ele, Cristo é o “ser-para-os-outros”, e somente na solidariedade e no amor ao próximo é possível reencontrar o sentido do cristianismo.

A decisão de Bonhoeffer de participar do plano para eliminar Hitler levanta uma das questões mais inquietantes de toda a teologia cristã contemporânea: até que ponto a fé pode justificar a ação direta contra o mal? Seu pragmatismo, movido por um profundo senso de responsabilidade diante da injustiça, custou-lhe a vida de forma precoce. Morreu enforcado aos 39 anos por ordem direta de Hitler, poucos dias antes do final da Segunda Guerra.

Ainda assim, permanece a dúvida se Deus realmente esperava de Bonhoeffer tal reação ou se, ao agir com as próprias mãos, ele ultrapassou o limite da submissão à soberania divina. Seria a resistência ao mal uma expressão de obediência ou uma tentativa humana de assumir o papel do próprio Deus? Essa tensão ética, que atravessa sua biografia, revela o drama de um homem que compreendeu a graça não como passividade, mas como compromisso — mesmo quando isso significava desafiar os desígnios que, aos olhos da fé, pertencem somente a Deus.

Contudo, onde Bonhoeffer se mostrou mais efetivo foi em expor a contradição de uma Igreja que busca, antes de tudo, a própria autoexistência, ainda que isso comprometa a mensagem do próprio Cristo. Para ele, uma Igreja que se corrompe ao se aliar ao poder ou à conveniência institucional perde o direito de representar o Evangelho que proclama. Por essa razão, Bonhoeffer apregoa um cristianismo sem denominação, sem rótulo e sem dependência estrutural — um cristianismo que subsiste mesmo quando as igrejas falham, porque está enraizado não na instituição, mas na verdade viva de Cristo.

Desde os primeiros tempos, o cristianismo se organizou em torno de comunidades de fé. Assim como o judaísmo se reunia nas sinagogas, os cristãos também encontraram nas igrejas o espaço de comunhão, partilha e celebração da fé. Mas surge então uma pergunta inevitável: até que ponto o cristianismo não exige do crente certa submissão à instituição religiosa? Bonhoeffer refletiu sobre essa tensão. Embora defendesse a ideia de um cristianismo “a-religioso”, não negava o valor da comunidade. Seu alerta era outro: quando a Igreja deixa de ser instrumento e se torna um fim em si mesma, perde sua essência. A verdadeira Igreja, dizia ele, deve ser o sinal vivo da presença de Cristo no mundo — não o centro da fé, mas o lugar onde ela se torna visível em amor, serviço e verdade.

Quase um século após a obra de Bonhoeffer, a vida moderna tem conduzido o ser humano a novas realidades. O paradoxo é que, para muitos, se estabelece uma relação com Deus sem a intermediação de uma religião formal. Nesse sentido, surgem pessoas que não frequentam uma igreja, mas buscam viver sua fé cristã — e essa constatação, embora desconfortável para as tradições religiosas, reflete a busca de um relacionamento mais autêntico e pessoal com o divino.

No entanto, diante do cristianismo, permanece uma questão inevitável: até que ponto a Igreja é essencial e insubstituível? Por parte do clero, a resposta é previsível. Contudo, essa tensão entre a fé individual e a comunidade de crentes expressa o desafio contemporâneo de um cristianismo que busca permanecer fiel a Cristo sem se perder na própria institucionalização da fé. É inegável que a mensagem bíblica atravessou os séculos por meio da Igreja e de seus mensageiros. Mas vivemos agora uma realidade inescapável: todos os crentes, independentemente de instituições, são chamados a unir-se no combate ao secularismo e na vigilância constante da própria fé.

Bonhoeffer nos lembra que o maior perigo da Igreja é tornar-se uma instituição terrena e autocentrada, mais preocupada com sua manutenção do que com a missão. A bênção de Deus nunca é automática nem garantida: ela está ligada à fidelidade. Não se trata do fim da Igreja — mas de um chamado à vigilância. A história mostra que, quando a Igreja se desvia de seu propósito, como ocorreu em parte durante o nazismo, novas formas de fé e religiosidade inevitavelmente surgem.

Assim, a obra de Dietrich Bonhoeffer permanece como uma das mais profundas tentativas de reconciliar a fé cristã com o mundo moderno. A Igreja precisa ser, não uma fortaleza religiosa imersa na politica secular, ou focada em suas posses e poder, mas uma presença viva, comprometida com a humanidade e com a pregação do evangelho de Jesus Cristo.

A Jornada sem GPS

Eu sei que muitos já fizeram associações entre o GPS e a condução de Deus. Mas, depois de uma viagem bem complicada, isso me veio à mente. 

Porque a vida, às vezes, parece mesmo uma viagem longa, por estradas desconhecidas, cheia de desvios inesperados e caminhos difíceis. E é justamente por isso que esse tema continua sendo tão apropriado, se você não sabe o caminho, precisa confiar em Quem guia.

Cada vez mais se torna impensável viajar sem GPS. Mas até pouco atrás não dispúnhamos da Internet. Crer em Deus pode também ser como sair para uma viagem sem GPS. Você não vê o trajeto completo. Não sabe quanto tempo falta, nem entende por que tantas curvas tão apertadas, tantos trechos esburacados, tanta neblina no meio da estrada.

Às vezes, parece que o destino está cada vez mais longe. Ou pior: parece que você está perdido. Mas é aí que a fé entra. Ela pode não te dar o mapa. Ela te dá a coragem de continuar.

A fé não elimina os desvios, mas transforma até o erro de rota em milagre. Ela não impede os pneus de furarem, nem as placas de sumirem, mas te faz lembrar que quem está no volante é Deus.

E Deus…. Ele não precisa de Waze. Jesus Cristo não erra o caminho, não perde o sinal, não se confunde na entrada. Na verdade, Ele é o caminho. O caminho, a verdade e a vida.

Quando Ele conduz, a estrada pode ser longa, mas não é em vão. Pode ser dura, mas não é sem propósito. Pode ser escura, mas nunca sem direção.

Você pode não ter um GPS. Mas tem o Guia. E com Ele, até o que parecia atraso se revela livramento. Até o que parecia fim… vira recomeço.

Essa é a jornada da fé. Não é sobre ter controle. É sobre ter confiança. Então, siga. Mesmo sem ver o destino final, confie em Deus porque no fim de tudo terá valido à pena confiar.

O maior Cético

David Hume, filósofo escocês do século XVIII, talvez possa ser considerado o maior cético de todos os tempos. Duvidou de Deus e influenciou pessoas, projetando suas ideias pelos séculos seguintes. Defendia que o verdadeiro milagre é a irracionalidade de quem acredita em histórias ridículas.

Hume questionou todos os milagres de Jesus, afirmando que acreditar neles faz com que pessoas inteligentes ignorem a razão e o bom senso. Para Hume, não existe justificativa para os milagres bíblicos, tampouco há como debater este assunto de forma séria.

Mas não para por aí. O ceticismo extremo de Hume o levou a desconfiar de tudo e de todos. O que realmente existe? O que é apenas fruto da minha imaginação? Esse ceticismo cria dúvidas sobre tudo e todos, e, se for muito intenso, pode fazer com que a pessoa se torne fria, indiferente e, por fim, triste.

Agora, desde as ideias expressas por Hume, agora, naturalmente, somos céticos. É que é muito mais fácil ser cético do que acreditar. Se no passado era natural crer, agora invertemos esse processo e as pessoas em condições normais não exercem mais nenhuma fé. Mesmo aqueles que afirmam acreditar em Deus, na verdade, possuem um distanciamento muito grande entre o que dizem e o que praticam, provando que não passam de crentes de fachada.

Transformar a água em vinho, caminhar sobre as águas, apenas cinco pães e dois peixinhos alimentar uma multidão, mortos ressuscitarem. Mas para aí, ter nascido de uma virgem, ser o filho de Deus, poder salvar a humanidade, aquele nazareno que foi crucificado numa cruz está vivo e nos céus, dá para entender a posição de Hume e de seus milhões de companheiros.

Para um cético, a existência de Jesus e seus milagres não pode ser verdadeira. As histórias da bíblia são vistas como interpretações erradas ou maliciosas. A verdade é que muitos ateus até gostariam de acreditar, mas não conseguem porque sua razão não permite.

Hoje, até mesmo entre os teólogos, existem muitos que aceitam Jesus, mas sem os seus milagres, sempre buscando por justificativas lógicas. A questão é que a palavra de Deus é considerada loucura para os que se perdem. Jesus diz que destruirá os inteligentes com sua inteligência. Infelizmente, a arrogância intelectual cega os indivíduos, impedindo-os de enxergar o óbvio. https://www.bible.com/pt/bible/compare/1CO.1.18-20,26-28

A Bíblia diz: “Não fiquem tristes como aqueles que não possuem esperança“. https://www.bibliaonline.com.br/acf/1ts/4A esperança do cristão vem da fé em Jesus Cristo. Diferentemente de Hume, ao olhar para os milagres de Jesus a nossa fé é fortalecida. O que motivou Jesus a agir foi o seu amor imensurável pela raça humana. Quando não acreditamos nos milagres, não acreditamos no amor.

Por Alexsandro Leopoldo

A Igreja e as Redes Sociais na Era Digital

Comece ouvindo pessoas que falam de Deus nas redes sociais, mas dizem que você não precisa mais de uma igreja. Vai parecer fácil acreditar! Você vai pensar que é melhor ficar em casa. Porém, quando perceber, as coisas de Deus deixarão de fazer sentido e você se tornará cético e indiferente, mas com um enorme vazio existencial.

Ao longo da história, sempre esteve em curso um plano para destruir a Igreja. Recentemente, a internet com todas as suas mídias passou a ser usada por muitos para desafiar a frequência aos templos religiosos. Realmente, são muitos os que dizem que não precisamos mais ir em nenhuma igreja.

São verdadeiros lobos em pele de ovelha. Eles usam a internet para enganar pessoas sinceras, omitem que foi através da igreja que o evangelho chegou até os nossos dias. Agora estão disfarçados, fazendo a obra do mal e se tornando os modernos perseguidores.

Nunca devemos esquecer que Jesus Cristo sempre foi à Sinagoga, mesmo não sendo reconhecido como Salvador, deixando o exemplo de humildade. Assim como Jesus, devemos frequentar uma igreja, independentemente de sermos reconhecidos ou não.

A tecnologia permite que, mesmo em lugares inacessíveis ou com pouca liberdade, milhões de pessoas possam ouvir mensagens da palavra de Deus. Por outro lado, é claro que a desconfiança de alguns religiosos com a era digital, contribuiu para o atual cenário. Não podemos ter dúvida de que é necessário combinar a frequência ao templo com a internet.

Adorar em congregação é fundamental para o cristianismo, nos impede de andar sozinhos e nos torna mais felizes e fortes. Estão mentindo ao dizer que você não precisa de uma igreja.

por profalexleopoldo@gmail.com

O Controle

Max Weber afirmou que as religiões são mais sistemas de regulação do comportamento do que sistemas de crenças. Ou seja, para ele, religiões existem apenas para controlar a vida das pessoas. Desde a época do escritor alemão, o processo de secularização tem ganhado força, chegando ao seu ápice nos dias atuais.

Os números bem mostram que nunca tivemos tanto secularismo quanto temos hoje. As pessoas cada vez mais estão distantes da religião. Muitos abandonaram suas igrejas por verem nelas apenas uma forma de controle. Até recentemente, encontrávamos igrejas com mais facilidade. Mesmo no Brasil, um dos países mais religiosos do mundo, agora, existem bairros inteiros sem igrejas.

Só que o paradoxo é que nunca, nunca, o ser humano foi tão controlado quanto em nossos dias.

As pessoas não querem que a religião controle suas vidas, mas estamos caminhando para uma ausência total de privacidade, o que pode resultar em falta de liberdade se nossas informações não forem bem utilizadas.

O sinal do celular revela a localização da pessoa 24 horas por dia, mesmo quando desligado. Muitos crimes são solucionados através desse sinal. Não é demais dizer que os automóveis já possuem sistema de rastreamento instalado pela própria fábrica, o que também pode ser feito por aplicativos.

Se você pagar com cartão de crédito ou débito, será possível rastrear suas compras, o que comprou, onde você e como pagou, se a vista ou parcelado. Alguns estabelecimentos até exigem o registro do CPF do cliente como condição para a compra. A Receita Federal tem um diagnóstico detalhado das nossas vidas, com todas as informações financeiras centralizadas e controladas.

A Netflix já cria perfis baseados nos nossos interesses. Mas o controle não se limita a isso. Os algoritmos estão programados para aumentar sua relevância no mercado de consumo. Por exemplo, quando procuramos por carros no YouTube e depois acessamos o Instagram, o que encontramos? Anúncios de automóveis à venda!

Nas redes sociais, alimentamos o controle dos outros sobre nossas vidas ao mostrar como estamos bem, talvez queimando dinheiro em viagens, o que gera pressão para mantermos o status de felicidade, que pode muito bem ser apenas aparente. Não somos, absolutamente, contra as mídias sociais, apenas defendemos que elas devem coexistir com a religião e a fé. Isso pode parecer óbvio, mas, acredite, precisa ser dito.

Porém, nossa vida está sendo totalmente controlada em aspectos inimagináveis.

Algumas empresas nos Estados Unidos estão começando a perguntar para candidatos em entrevistas de emprego qual é a sua nota de avaliação no Uber. Assim, conseguem traçar um perfil da personalidade com base no comportamento durante as viagens ao longo do tempo.

Não vai demorar muito para nós perguntarmos ao algoritmo quem somos, será mais fácil perguntar, já que ele sabe tudo sobre nós.

O homem abandonou a religião, mas está mais controlado do que nunca. O que acontecerá com tanta informação sobre cada pessoa no futuro ainda é uma incógnita, mas o cenário pode ser assustador. É possível que os gostos, tendências e prioridades das pessoas sejam facilmente alterados para atender aos interesses dominantes.

Se tudo for usado para limitar a liberdade das pessoas ou direcioná-las para fazer o que quem está no controle deseja, teremos poucas chances de nos defendermos.

Jesus Cristo sempre ensinou que as pessoas deveriam ser verdadeiramente livres. Quanto mais nos aproximarmos de Cristo, mais livres seremos. A verdadeira religião é focada no bem do homem, buscando a sua felicidade plena. Nem tudo que é possível ao ser humano fará bem, por isso, a bíblia muitas vezes diz não. Porém, a qualquer momento o crente pode deixar dar homenagem a Deus, deixando de seguir suas orientações. Só que o Grande Controle surgido em nossos dias, não traz essa opção.

Será que é invasivo ou controlador dizer que não pode roubar, que não pode adulterar? Que temos de fazer o bem, e por aí vai? A religião e suas igrejas existem não para controlar o ser humano, mas para não deixá-lo andar sozinho. Oremos pelo futuro da humanidade!

Por profalexleopoldo@gmail.com

Meu amigo cleptomaníaco

Um grupo de amigos de uma igreja que frequentei decidiu fazer uma excursão para os Estados Unidos. Então, é claro que o grupo em Miami foi visitar um grande Shopping Center. Foi quando um senhor já sexagenário teve a ideia de fazer uma “brincadeira”. Então ele dividiu seu plano com mais alguns que prontamente toparam. Assim, ele chegou para o segurança de um grande magazine daquele shopping e disse: “- Você está vendo aquela senhora ali, olha só, ela é cleptomaníaca, mas não se preocupe, tudo o que ela furtar nós pagaremos ao final”. O resultado foi que, instantaneamente, todos os seguranças ficaram tão em cima dela que sequer conseguiu fazer suas compras e, ao perceber que estava sendo vigiada com um excessivo rigor, saiu da loja. Então ela se dirigiu aos seus “amigos” e disse: “ – Vocês viram o que aconteceu nesta loja, só pode ser porque sou brasileira”. Claro que todos caíram em gargalhadas, acabando por contar que ela havia caído em uma grande pegadinha.

Muitas vezes nós somos exatamente como aquele segurança, alguém nos contou algo sobre outra pessoa e nós instantaneamente acreditamos e passamos a rotular a outra pessoa. Nada, absolutamente nada, nos fará mudar de opinião. Estabelecemos o muro do preconceito e da indiferença, apenas com base naquilo que ouvimos falar.

Normalmente a pessoa nunca fez nada para nós, mas preferimos acreditar que tudo o que ouvimos falar é verdade. Isso funciona como um sistema de precaução, e pode funcionar bem, desde que não sejamos exatamente nós que sejamos a pessoa injustiçada.   Não importa o quanto uma pessoa possa ter contribuído para uma causa, o quanto ela seja fiel, basta que alguém levante alguma dúvida e pronto, aquele individuo passará a ser alguém a ser evitado e, até mesmo, repelido.  

Caso alguém lhe diga que uma pessoa é cleptomaníaca, a questão é: quanto tempo durará essa desconfiança? Se essa pessoa vier a tornar-se seu amigo, você não pode deixá-la em um eterno estágio probatório. Em algum momento você terá de aceitar aquela pessoa.

Outra coisa, provavelmente, aqueles que você pensa que são seus amigos, serão aqueles que irão te deixar empenhado nas situações mais difíceis. Amizade é uma dádiva, Jesus adorava estar em grupo e prezava por seus amigos. Enquanto esteve por aqui, ele era aquele tipo de pessoa que não perdia uma festa. Mas ele pagou o preço da convivência em grupo, pois quando mais precisou, o abandonaram, e, inclusive, um dos mais próximos foi quem o traiu.

Às vezes criamos super expectativas que nem mesmo nós correspondemos, mas o que se espera de um verdadeiro amigo é que não evidencie nossas fraquezas. Na vida de cada um de nós a queda em algum momento será inevitável, mas a verdadeira amizade consiste em ajudar a levantar.

Só que a saída não é isolar-se e viver sozinho. A solidão não combina com o ser humano, fomos criados para vivermos juntos e não temos como mudar isso. No entanto, precisamos aprender a viver com mais tolerância. Devemos estabelecer nossa própria experiência, boatos e fofocas podem ser mentirosos e à vítima nunca é dada qualquer defesa.

Sabe a senhora que foi vítima da pegadinha acima, ela encontrou graça na brincadeira – talvez até de mal gosto – à qual foi submetida. Ela própria foi quem contou essa história e não permitiu estragar sua viagem e nem tampouco perder seus amigos.

O Terceiro e Último Despertar

Será que em algum momento da história, o cristianismo terá novamente a força vivida no pentecostes? Será que teremos novamente o poder de cristãos que se entregaram aos leões, mas não cederam aos romanos?

Um despertar religioso seria mesmo estrondosamente impactante neste momento da história. Aquilo que, em condições normais, poderia levar muito mais tempo, seria acelerado. Quando os crentes perceberem que as estruturas da fé foram silenciosamente minadas, que não falta mais nada acontecer, poderá haver o estopim.

Presentes todos os fatores do tempo do fim previstos pela Bíblia Sagrada, ninguém precisa ter dúvida, o reavivamento religioso será acompanhado de uma intolerância religiosa mais ostensiva. Por isso, quando os cristãos acordarem, poderemos ter um movimento de oposição como nunca antes visto.

No entanto, falar em perseguição religiosa, pode ser contraditório, ainda mais num momento em que existe todo um discurso contra qualquer discriminação. Contudo, um olhar atento fará perceber, até com relativa facilidade, que não existe nenhuma empolgação na defesa da não-discriminação religiosa. Hoje, a liberdade para que as pessoas possam expor as suas ideias, já é muito menor do que no passado recente. E essa será a maior surpresa para os cristãos, pois o seu inimigo é muito ardiloso.

Ao longo da história do protestantismo foram notados alguns períodos de despertamento religioso. O primeiro grande reavivamento, foi protagonizado por Jonathan Edwards (1703-1758) e George Whitefield. Este último, amigo de John Wesley, saiu da Europa para pregar nos Estados Unidos. A história registra que em 1738 ocorreram dias de um grande despertamento religioso.

O segundo grande despertar, foi um movimento iniciado por William Miller, que acreditava que Jesus Cristo voltaria em 1844. Obviamente, hoje sabemos que Jesus não voltou, mas toda a América do Norte foi grandemente impactada pelo reavivamento religioso.

Segundo Richard Schwarz, a marca daquele grupo foi um ministério leigo, sem o pertencimento a nenhuma igreja dentre as existentes. Cada crente passou a estabelecer uma conexão pessoal com Deus, focando apenas na volta de Jesus. Isso também vale para o primeiro reavivamento, que era leigo e não pertencente a nenhuma denominação religiosa.

Assim, ao analisarmos os últimos dois grandes reavivamentos espirituais, podemos conjecturar, respaldados pela história, que um despertar religioso encontra natural oposição no seio da própria comunidade cristã. Mas, algumas pessoas precisaram tomar a frente, pois disso resultou um grande impacto em todo o meio evangélico-protestante.

O Terceiro e Último Reavivamento

O Instituto Pew Research, em uma pesquisa sobre a fé na segunda vinda de Cristo, constatou que mais de 80% dos norte-americanos não acreditam que Jesus Cristo retornará à Terra até o ano de 2050. https://www.pewresearch.org/fact-tank/2010/07/14/jesus-christs-return-to-earth/ No Brasil, apesar de não termos a mesma pesquisa, acreditamos que o resultado não seria diferente. 

Entretanto, no Terceiro e Último Grande Despertar Religioso, o ponto de coesão não parece que será qualquer fato político ou da natureza, mas sim, a fé de estar-se vivendo os acontecimentos finais.

Isso é o que dará coesão ao grupo que se levantará. No entanto, a dificuldade será saber quando um fato de grande repercussão não está no curso normal das coisas, mas sim, no contexto do fim propriamente dito. Porém, aqueles que estiverem conectados e vigilantes, saberão.

Neste mundo já tivemos pestes e pandemias que devastaram a população do planeta. Já foram verificadas manifestações da natureza como terremotos e tsunamis de proporções assombrosas. O homem viu eclodir guerras mundiais, e até mesmo campos de extermínio já foram instalados neste triste mundo. A moral da sociedade mudou de forma radical, em especial, após a revolução sexual de Woodstock. A ciência alcançou patamares inimagináveis, o homem chegou à Lua, e radares já esquadrinharam o Universo em distâncias de milhões de anos-luz. No entanto, aparentemente, todos aqueles eventos possuíam um potencial apocalíptico, mas nenhum deles foi capaz de provocar qualquer despertamento dos cristãos.

Mas, se tudo que a humanidade já viu acontecer não foi suficiente para um despertar, pode parecer que nada levará os cristãos à conclusão de que é chegada a hora. Contudo, a grande surpresa ficará por conta de que o último grupo de cristãos resgatará a ênfase na pregação da volta de Jesus Cristo, ainda que sofram intensa pressão para pararem de pregar.

Porém, nada acontecerá até que o evangelho rompa a barreia da racionalidade. Parece que será necessário viver o escândalo da loucura descrito na bíblia. No limiar dos últimos acontecimentos, não haverá outro caminho, senão deixar o nosso natural racionalismo de lado. Mais do que nunca, precisamos de um movimento fervoroso, ou melhor, irritantemente fervoroso e coeso. Por isso, as estruturas do inferno serão abaladas.

A certeza de estarmos nos últimos dias deste mundo, dará força e significado a esse grupo que fará sua voz ser ouvida. A partir do século XXI ninguém mais precisa de diagnósticos, hoje o que o mundo cristão precisa é de cura, por isso, não precisamos de novos movimentos religiosos, além daqueles que já temos.

A verdade é que não estaremos nos eventos finais, enquanto a pregação da volta de Jesus não volte a ocupar o centro do cristianismo. No entanto, precisamos de um reavivamento ainda maior do que o visto nos anteriores despertamentos. Por isso, os religiosos agora devem estar preparados para este cenário de guerra que está posto, e nisso todos os crentes devem encontrar e fortalecer sua fé.

Os cristãos que acreditam que estamos nos últimos tempos, precisam unir-se nesta pregação. Ainda que isso possa parecer estranho, pois a marca do protestantismo sempre foi a desunião, mas Cristo pode ter reservado alguma união para o tempo do fim. Oremos.

Texto extraído do livro Olhai a Figueira – Um Panorama do Mundo Atual de Alexsandro Leopoldo

A surpreendente convergência entre a bíblia e a ciência

Destaque

É claro que os cientistas possuem sua atividade alheia a qualquer discussão religiosa, e realmente, ciência e religião devem correr seus próprios caminhos. O problema é que muitos pretendem um embasamento para a sua descrença, por isso, usam a ciência para alegar que Deus não existe.

O grande avanço científico que vivenciamos hoje foi profetizado pela bíblia cerca de dois milênios e meio antes. Com uma precisão incrível, a Bíblia Sagrada descreveu o avanço geométrico da ciência no futuro. “Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.

Quando olhamos na história podemos perceber que a ciência teve um crescimento desproporcional nos últimos cento e cinquenta anos. Entretanto, é curioso que a bíblia não foi omissa quanto ao desenvolvimento científico, pois ela previu no futuro um grande desenvolvimento do saber humano.

A profecia não deixa de apresentar um grande paradoxo, pois o conhecimento científico faz com que o homem viva mais e com melhores condições de vida. No entanto, ainda assim, está associada ao tempo do fim. A verdade é que Deus nunca foi contra o desenvolvimento humano, apenas Ele sabia que a utilização das riquezas naturais do planeta de maneira egoísta, faria com que logo elas se esgotassem, causando uma irreversível degradação. Talvez, por isso, alertou que quando a ciência estivesse tremendamente desenvolvida, então viria o fim.

Agora, o mesmo livro que afirma a “fábula” de que Deus criou o mundo, possui, no mínimo, dois pontos de convergência com a ciência. O primeiro é que a bíblia dois milênios e meio antes previu um grande desenvolvimento científico no futuro. O segundo aspecto, é que aquele final dos tempos previsto pela bíblia, também passou a ser efusivamente pregado pela ciência, ainda que como um alerta para uma mudança de comportamento.

Em 2006, Al Gore, através do documentário “Uma verdade inconveniente”, com o apoio de toda a comunidade científica, evidenciou a preocupação com o futuro do planeta diante das mudanças climáticas. O ex-vice-presidente dos Estados Unidos pregou que a temperatura do planeta terra estava aumentando em decorrência do aquecimento global e do efeito estufa. Por causa disso, sofreríamos grandes danos ambientais, como o derretimento das geleiras e diversas calamidades climáticas ao redor do planeta.

Ainda que o norte do trabalho de Gore fosse eminentemente científico, é inegável o tom apocalíptico das predições do ambientalista. E, de fato, as previsões feitas quase duas décadas atrás, cumpriram-se de maneira assombrosamente acertadas. A ciência tem diagnósticos precisos de que a degradação do planeta ocorre diretamente por causa da ação do homem. É claro que não é a ciência que está causando a degradação ambiental, mas sim o uso egoísta dos recursos naturais.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021, realizada em Glasgow, na Escócia, foi divulgado um relatório que prevê eventos traumáticos de extinção em massa, temperaturas cada vez mais altas, o aumento de surtos de doenças, o aumento do nível do mar e, por fim, o colapso total de diversos ecossistemas já nas próximas décadas. “A vida na Terra pode se recuperar de uma mudança drástica no clima, evoluindo para novas espécies e criando novos ecossistemas. Os humanos não podem.”, diz o documento.

Só que agora, a questão se coloca no sentido de que estamos vivendo um período apocalíptico, seja com base na bíblia ou na ciência. Por isso, ao confrontarmos o mundo ao nosso redor e o que foi escrito pela bíblia, passa a ser inegável que algo surpreendente pode acontecer, acreditamos que será a prometida volta de Jesus a este planeta.

Quanto tempo falta para o fim do mundo?

Em 1947, em meio a uma corrida armamentista nuclear, foi criado por alguns cientistas o Doomsday Clock, o “relógio do fim do mundo”. A ideia era reforçar o quão perigoso para a humanidade pode ser uma guerra nuclear. Assim, os ponteiros do relógio movimentam-se de acordo com a conjuntura política mundial e a possibilidade de uma catástrofe nuclear.

A última movimentação dos ponteiros do relógio, que atualmente se encontra na Universidade de Chicago, ocorreu em 23 de janeiro de 2020, marcando que apenas 1 minuto e 40 segundos separam a raça humana da meia-noite.

É triste constatar que o ser humano tem investido bilhões de dólares em campanhas armamentistas, sendo que a quantidade de bombas nucleares nas mãos dos Estados Unidos e da Rússia é suficiente para várias vezes extinguir a vida no planeta Terra.

Agora, com a deterioração das relações entre os americanos e os russos, que juntos possuem 90% do arsenal nuclear do mundo, a humanidade passa a ter reais motivos para se preocupar.

Porém, a menos que Deus não exista ou que a bíblia não seja verdadeiramente a sua palavra, o mundo não será desolado por uma catástrofe nuclear, nem acidental e nem tampouco provocada. Ainda que algum líder mundial acione as bombas nucleares para acabar com a vida no planeta, elas simplesmente não detonarão.

Como podemos afirmar isso? Simples, é que o apocalipse diz que o fim se dará pela intervenção direta de Deus, que foi quem criou o mundo. O último evento final será a volta de Jesus Cristo a este planeta.

O fato novo é que agora quem alerta que o mundo está em perigo são os cientistas. O que temos não é nada mais do que a ação egoísta do homem e a sua separação do Criador. O resultado disso tem sido um mundo no caminho da sua própria destruição.

Infelizmente, a rota seguida até aqui não parece ter mais volta, por isso, daqui a menos de um minuto e quarenta segundos, Jesus Cristo irá retornar a este planeta. A intervenção predita na bíblia ocorrerá para que a justiça e a paz sejam definitivamente restauradas.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-49813109.amp

O apocalipse, da ficção à realidade

Milhões de pessoas já saíram de suas casas e foram até uma sala de cinema para assistir o mundo acabar. São incontáveis os filmes que abordaram o tema do fim do mundo. Invariavelmente, algo extraordinário e imprevisível massacra a humanidade. O mundo já acabou das formas mais inusitadas. Um asteroide que se choca com o planeta, um vírus invencível, terremotos, extraterrestres com os seus discos voadores, ataque de zumbis, enfim, tudo o que a imaginação humana pode alcançar.

Quase sempre há um estado de pânico geral até ocorrer a destruição do planeta. Já são incontáveis as vezes nas quais o planeta padeceu nas mãos de Hollywood. Mas, neste aspecto, sequer podemos culpar a indústria do cinema, pois o fim do mundo é um dos temas que mais instiga a humanidade. Então, o cinema apenas está reproduzindo o que os espectadores querem assistir. É que, realmente, nenhum tema é tão instigante quanto o fim do mundo.

Alguns filmes remetem diretamente ao apocalipse, mas nunca são autênticos ao que está escrito na bíblia. Reproduzir o que está na bíblia não pode, porque daí já seria pregação. Entretanto, se existe algo em comum entre o apocalipse bíblico e o cinema, é que o mundo acaba através de um evento inusitado que pega a todos de surpresa.

Porém, nada que a ficção seja capaz de produzir se compara ao que está relatado nas páginas da bíblia. Nenhuma ficção científica que venha a virar filme, nunca será tão incrível quanto o apocalipse da bíblia. Mas, então por que não pegam o que está na bíblia e não transformam em um autêntico filme? A resposta parece óbvia. É que vivemos em um mundo dominado pela mentira e pelo engano.

Agora, um paralelo entre a realidade e a ficção, está no fato de que a realidade supera a ficção. Imaginemos um filme no qual um grupo de terroristas planejassem um ataque contra os Estados Unidos da América. Daí, eles vão estudar naquele país, e lá até mesmo aprendem a pilotar avião. Então, um dia sequestram aviões cheios de passageiros para utilizá-los como mísseis. Não bastasse tudo isso, acertam o alvo de uma maneira tão efetiva, que as duas torres mais emblemáticas do mundo, caem sob o olhar de milhões de pessoas.

Caso aquele filme houvesse estrelado antes de 2001, muitos diriam que Hollywood exagerara na ficção. É que o mundo ainda não está preparado para o que em breve irá acontecer. Na verdade, parece que, infelizmente, nunca estará preparado. Por isso, nenhum filme poderá retratar o que realmente acontecerá quando o apocalipse bíblico acontecer.

João em Patmos

Entretanto, pode ser extremamente fácil perceber que nenhuma mente humana teria sido capaz de projetar dois mil anos atrás, o enredo do apocalipse bíblico. É claro que isso intriga até mesmo os mais incrédulos. O apóstolo João, isolado na ilha grega de Patmos, com certeza não teria condições intelectuais de criar todo o apocalipse como fruto de sua imaginação. Infelizmente, não percebemos a verdade porque a vaidade humana impede, quando ela cair, tudo parecerá óbvio!

O incrível é que o roteiro deste filme já foi escrito, e todo ele está registrado nas páginas da bíblia. Daremos um spoiler para dizer que o final é feliz. Tudo termina com a volta de Jesus Cristo vencendo o mal e salvando a todos os seus filhos que haviam sido sequestrados pelo inimigo.

As perdas do caminho

Fiquei profundamente marcado por uma palestra proferida há alguns anos pelo Dr. Ivan Izquierdo. Alguém perguntou ao professor, ele que era doutor em memória, por que os velhos lembram com mais nitidez dos acontecimentos remotos e esquecem os recentes. Ou seja, por que esquecem onde colocaram as chaves, mas lembram de algo ocorrido na infância cinquenta anos atrás.

O professor disse que a ciência não tem explicação para isso, mas arriscou numa suposição: “as pessoas recordam com mais pormenores do tempo em que foram mais felizes”.

Na medida em que vamos passando por aqui, vamos acumulando perdas, quanto mais velho, maiores são as perdas do caminho. Sentimos a perda das pessoas que se foram, sentimos até mesmo pelos animais que não estão mais por aqui. Parece mesmo fazer sentido que as perdas vão fazendo com que até mesmo a nossa memória acabe abalada.

Têm muitos que não conseguem ser felizes porque não conseguem conviver com as perdas do caminho. Só que não podemos esquecer que o nosso desafio é o de Deus também. Jesus Cristo foi sincero e disse que teríamos dificuldades por aqui. Entretanto, Ele prometeu um novo mundo onde a morte e a dor não mais existirão, pois o ser humano será eterno.

Coloque a Cristo em primeiro lugar na sua vida, e não esqueça que nada foge aos desígnios divinos. Jesus Cristo promete uma vida onde não existirão mais as perdas do caminho. Essa esperança poderá fazer a diferença em nossas vidas.

Jesus Cristo a direita e a esquerda   

Muitos procuram adequar Jesus Cristo às suas próprias opiniões. Por isso, aqueles que são partidários da esquerda veem Cristo como um revolucionário comunista. Já, os que são da direita, enxergam Cristo como um audacioso empreendedor na área da religião.  

O conceito de direita e de esquerda, tal como conhecemos hoje, teve início na revolução francesa. Então, durante os preparativos para a nova Constituição da República, os que queriam uma ruptura total, sentavam-se à esquerda. Por outro lado, aqueles que procuravam manter uma postura conservadora, sentavam-se à direita.

Uma ótima definição de direita e esquerda é dado por Norberto Bobbio. Para o grande jurista italiano, os dois lados buscam melhorias na sociedade. Mas, a esquerda foca em promover a justiça social, enquanto a direita, por sua vez, trabalha mais pela liberdade individual.

Porém, Jesus Cristo está acima das posições políticas terrenas. Ele quer salvar a todos os seres humanos. É evidente que Ele não concorda com a desigualdade social deste planeta. Isso é sintetizado no comando: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.https://www.bibliaon.com/versiculo/mateus_22_37-39/ Nem mesmo, Marx, Engels, Che Guevara ou nenhum outro comunista, jamais poderiam sintetizar melhor o que é justiça social.

Entretanto, Jesus Cristo também presava pela liberdade. Ele defendia que as pessoas livremente aderissem as suas ideias. Por isso, disse que quem conhecesse a verdade, seria verdadeiramente livre. Porém, lamentavelmente, em muitos países ainda não existe liberdade religiosa. Nos países comunistas, o Estado se transformou em inimigo da religião. Em outros tantos lugares, uma única religião oficial tornou-se o único caminho a ser seguido.

Existem ainda muitos que defendem que a razoabilidade está no centro. Essa posição, não raro é defendida com o mesmo radicalismo daqueles que se colocam à direita ou à esquerda. A questão é que Cristo deixou bem claro sua opção em separar as coisas divinas das terrenas. Por isso, Ele expressamente mandou dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/como-o-partido-comunista-esta-matando-a-liberdade-religiosa-na-china/

Precisamos parar de tentar moldar Deus e Jesus Cristo às questões humanas. Cristo fez muitos milagres, mas o maior milagre de todos foi a conversão do ser humano. Através de Jesus Cristo, muitas pessoas transformam-se em novas criaturas. Quando alguém aceita a Jesus Cristo, é então que se torna verdadeiramente livre. Se hoje temos no ocidente razoável grau de liberdade, é porque o cristianismo traz em sua essência um homem livre.

Por que a igreja perdeu a graça?

Ir a igreja já foi o melhor entretenimento do ser humano. Era o momento máximo da semana. Colocar a melhor roupa, rever os amigos, ouvir palavras de fé e esperança. O homem até o século passado tinha uma vida bastante previsível, pois a maior parte de sua existência ocorria em um raio de 16 km². Mas, ir até a igreja era mesmo o melhor momento de toda a semana.

Quem pensa que a igreja é apenas um lugar de adoração, certamente não conseguiu perceber os benefícios ao adorador. Só que desde a chegada da tecnologia, o espaço físico e espiritual da igreja, perdeu sentido, acabando por perder a graça.

Acontece que hoje, o que traz prazer é exatamente aquilo que é feito sem obrigação. A igreja deixou de ser prazerosa, porque passou a ser inserida dentro daquilo que é visto apenas como um ônus.  Nem é preciso dizer que vivemos dias que caminham para uma secularização sem precedentes.

Mas a onda não se restringe a igreja. Até mesmo o trabalho também deixou de ser prazeroso. Na maior parte dos casos, trabalhar também se tornou algo visto como muito maçante, mesmo quando em condições adequadas. Por isso, o homem não possui mais prazer em trabalhar, e apenas o entretenimento pode dar-lhe prazer.

O entretenimento passou a decorrer unicamente da ausência de pensamento. Apenas iremos relaxar e aproveitar, quando não estamos pensando em absolutamente nada. O problema é que, se não pensamos enquanto nos “divertimos”, alguém esteve pensando cada conceito que será transmitido. No entanto, infelizmente, o que é repassado enquanto nos “divertimos” não se assemelha ao que era transmitido pelas igrejas em seus cultos.

Os valores transmitidos hoje não levam mais o ser humano ao altruísmo, ao amor ao próximo ou à obediência a um Ser Superior que, por ser bondoso, sempre desejará o melhor para o homem por Ele criado.

Para a diversão tudo é possível, se tiver que blasfermar, vai valer a pena! Se for necessário ofender, por que não? Se for necessário desconstruir uma imagem, que assim seja! O que importa é que a maioria veja nisso graça.

O problema é que antes do cristianismo, as pessoas viam graça em “sessões” onde seus semelhantes eram devorados aos pedaços por leões. Então, hoje você se pergunta – onde estaria a graça nisso? A resposta é bem simples: na ausência de pensamento.

Jesus Cristo e os Extraterrestres

Destaque

Diante das distâncias que separam uma galáxia de outra, mesmo que viajássemos por oitenta anos, tempo de uma vida humana longa, não conseguiríamos sequer sairmos de nossa galáxia, mesmo se viajássemos à velocidade da luz.

Não podemos dizer que é impossível uma viagem intergaláctica, mas a única maneira disso acontecer é através de uma viagem no tempo e no espaço. Acreditam alguns que os extraterrestres poderiam dominar esta técnica e, quando menos esperarmos, eles poderiam desembarcar no nosso planeta. Ora, se eles existissem mesmo, seria muito mais provável que eles nos encontrassem primeiro.

Só que tudo é suposição.

Embora os registros de UFOs datem de centenas de anos, jamais houve alguma conexão verdadeira. Ora, imagine um ser extremamente inteligente, que conseguiu viajar no tempo e no espaço, será que ele ficaria por anos fazendo desenhos nas plantações? Faria contatos especiais com apenas alguns seres humanos escolhidos aleatoriamente? Ficariam eles com seus discos voadores dando voltinhas pelo céu da Terra? Isso não parece razoável.

É claro que não seria um disco voador que permitiria uma viagem interestrelar, inútil pensar que poderia existir um equipamento adequado. Não é razoável pensarmos que qualquer objeto mecânico nos moldes terráqueos permitiria uma viagem interestrelar. Isso seria pressupor semelhanças entre humanos e seres alienígenas. Podemos projetar o que conhecemos naquilo que nos é desconhecido, só que isso não possui garantia nenhuma de estar correto.

O Et’s desafiam a existência de Deus e inviabilizam a Cristo.

No dia em que encontrarmos um extraterrestre que possua vida, em qualquer lugar do espaço, teremos abalada nossa fé em Deus, e necessariamente teremos de deixar de acreditar em Cristo. É que não há espaço para Deus ter criado outros mundos e tê-los deixado ao acaso, muito menos ao ponto de contatarem este planeta e buscarem estabelecer relação com os terráqueos pecadores.

Por outro lado, caso houvesse qualquer intensão ruim por parte destes ETs, tal como é retratado pelo cinema, qual a resistência que o ser humano poderia oferecer? Absolutamente nenhuma. Eles teriam um grau de desenvolvimento tão superior ao nosso que não poderíamos fazer nada para nos defender.

É preciso deixar bem claro, não dispomos de informações para afirmar a existência ou a inexistência de ET’s. No entanto, pela bíblia, não poderão fazer nenhum contato com a raça humana antes da redenção de Jesus Cristo, pois os outros mundos não pecaram e estão em perfeita harmonia com Deus.

https://www.semprefamilia.com.br/religiao/como-a-fe-crista-lidaria-com-a-descoberta-de-vida-extraterrestre/

Jesus Cristo nasceu neste mundo para salvar a raça humana do pecado, o plano de salvação é único para o nosso planeta. Dentro do plano de redenção descrito pela Bíblia Sagrada, existem advertências para as páginas finais do drama humano neste planeta:

Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.Mateus 24:24

Devemos estar preparados para notícias sobre os ETs. Sim, poderemos em breve termos notícias assombrosas, que abalarão as estruturas dos crentes, isso foi predito pela Bíblia. Mas, não esqueçamos que devemos ter firmada nossa fé em Cristo, só que para isso não precisamos abrir mão do bom senso e nem ir contra o conhecimento científico.

Neste mundo existem manifestações sobrenaturais que apenas a ingenuidade cética pode negar. Contatos de ET’s poderão acontecer em breve, mas não se engane, não vieram de outros mundos, são espíritos do mal querendo enganar e ofuscar o papel de Jesus Cristo.

A existência de vida em outros planetas é uma possibilidade e uma probabilidade, mas apenas os humanos estão rebelados contra Deus, apenas o planeta Terra passa por um processo de degradação. A segunda vinda de Cristo ocorrerá apenas no planeta Terra, Ele não salvou alienígenas simplesmente porque eles não precisam ser salvos, entretanto, nós terráqueos precisamos.

Quando Deus não está lá

Destaque

A cada dia, infelizmente, aumenta o número de pessoas para as quais Deus deixou de existir. Para essas, Ele não está mais lá. Embora os ateus, em sua grande maioria, sejam ex-crentes, que se tornaram descrentes, começa agora a surgir uma geração que nunca rendeu qualquer devoção a Deus.

Não podemos ser ingênuos, existe um propósito todo orquestrado para estabelecer um futuro sem religião. Assim, o caminho do secularismo hoje está pavimentado e com várias vias. A incoerência é que todos possuem fé, ainda que neguem. Outros dizem possuir, mas agem como se Deus não existisse.

O paradoxo é que todos os homens, sem exceção alguma, exercem fé. Porém, não necessariamente em um ser divino. Então, o homem passa a confiar na sua força, no seu conhecimento, no seu dinheiro. Exercemos fé até mesmo para as coisas mais pequenas. Todos os dias quando saímos de nossa cama, acreditamos que as coisas darão certo. Em condições normais, ninguém sai de casa pensando que será demitido ou que baterá o carro.

Até os mais fortes, que se consideram acima dos demais, acabam por temer. Muhammad Ali, o maior campeão de box de todos os tempos, dizia ser difícil ser modesto, quando se é tão bom quanto ele. Contudo, no início de sua carreira, quase não foi disputar as olimpíadas da Grécia, tamanho era o seu medo de viajar de avião. Reza a lenda que a viagem apenas foi possível porque ele fez todo o percurso com um paraquedas em suas costas.

Todos nós, quando ingressamos em um avião, acreditamos que o piloto está descansado, que está bem de saúde e que domina com bastante habilidade todos os recursos da aeronave. Também esperamos, com sinceridade, que ela tenha passado por todas as revisões. Ainda acreditamos, com muita devoção, que não sobrevirá nenhuma tempestade na rota de nosso voo.

Porém, o descrente não poderá mais contar com a divindade, pois para ele Deus já não existe. Esse jogo é de tudo ou nada, ou Deus existe e pode fazer algo pela minha existência, dar vida eterna e tudo mais, ou não existe e a morte eterna aguarda a todos.  

Mas, é preciso convir que a coerência do estilo de vida do ateu, está em não gastar tempo de sua vida preocupado em agradar a um Ser Superior. Por que ele faria isso se Deus não existe? Isso é mais coerente do que religiosos que dizem acreditar em Deus, mas vivem de maneira incompatível com o que acreditam. Eles pregam sobre Cristo, que escolheu ser simples, mas desperdiçam suas vidas correndo atrás de riquezas.

Por causa do mal exemplo de alguns, muitos não conseguem estabelecer uma fé em Deus. Há algum tempo, visitei um amigo que viveu momentos muito difíceis em razão de uma grave doença. Ele disse-me que ficava consternado com minhas orações. No entanto, confessou que não conseguia desenvolver qualquer tipo de fé em Deus, o que, segundo ele, até mesmo, aumentava ainda mais a sua dor.

O descrente tomou a difícil decisão de andar sozinho, e Deus o respeita por isso. No entanto, a verdade é que, a qualquer momento de sua caminhada, bastará estender a sua mão, pois Deus já estará com a mão estendida para recebê-lo. Por outro lado, aqueles que já conseguem ver os benefícios de uma vida com Deus, precisam viver de maneira coerente. É que para esses, Jesus Cristo disse: vós sois a luz do mundo! https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/5/13-16