Quanto tempo falta para o fim do mundo?

Em 1947, em meio a uma corrida armamentista nuclear, foi criado por alguns cientistas o Doomsday Clock, o “relógio do fim do mundo”. A ideia era reforçar o quão perigoso para a humanidade pode ser uma guerra nuclear. Assim, os ponteiros do relógio movimentam-se de acordo com a conjuntura política mundial e a possibilidade de uma catástrofe nuclear.

A última movimentação dos ponteiros do relógio, que atualmente se encontra na Universidade de Chicago, ocorreu em 23 de janeiro de 2020, marcando que apenas 1 minuto e 40 segundos separam a raça humana da meia-noite.

É triste constatar que o ser humano tem investido bilhões de dólares em campanhas armamentistas, sendo que a quantidade de bombas nucleares nas mãos dos Estados Unidos e da Rússia é suficiente para várias vezes extinguir a vida no planeta Terra.

Agora, com a deterioração das relações entre os americanos e os russos, que juntos possuem 90% do arsenal nuclear do mundo, a humanidade passa a ter reais motivos para se preocupar.

Porém, a menos que Deus não exista ou que a bíblia não seja verdadeiramente a sua palavra, o mundo não será desolado por uma catástrofe nuclear, nem acidental e nem tampouco provocada. Ainda que algum líder mundial acione as bombas nucleares para acabar com a vida no planeta, elas simplesmente não detonarão.

Como podemos afirmar isso? Simples, é que o apocalipse diz que o fim se dará pela intervenção direta de Deus, que foi quem criou o mundo. O último evento final será a volta de Jesus Cristo a este planeta.

O fato novo é que agora quem alerta que o mundo está em perigo são os cientistas. O que temos não é nada mais do que a ação egoísta do homem e a sua separação do Criador. O resultado disso tem sido um mundo no caminho da sua própria destruição.

Infelizmente, a rota seguida até aqui não parece ter mais volta, por isso, daqui a menos de um minuto e quarenta segundos, Jesus Cristo irá retornar a este planeta. A intervenção predita na bíblia ocorrerá para que a justiça e a paz sejam definitivamente restauradas.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-49813109.amp

Deixe um comentário